Sabemos que a chegada de um novo integrante a família é um momento de muita emoção e alegria, porém como toda nova fase, é necessário um planejamento e ajuste de financias, que preferencialmente vão desde a gestação até o pós licença-maternidade da nova mamãe.

Ao longo dos novos meses em que o bebê cresce na barriga da mãe, há um aumento de despensas como com: Alimentação, exames médicos e planos de saúdes, troca de vestimentas que melhor acomodem a barriga, e claro, não podemos esquecer do quartinho e todo o enxoval para chegada do novo membro da família.

Para isso, separamos algumas dicas que podem ajudam a obter um eficiente planejamento financeiro e consequentemente uma gravidez tranquila economicamente.

 

SAÚDE COMO PRIORIDADE

Caso você ainda não tenha um plano de saúde e decidiu ter uma melhor assistência médica para a realização do pré-natal e todos os exames necessários antes e durante a gravidez, fora do Sistema Único de Saúde (SUS), saiba que a maioria dos planos tem um tempo de carência para o parto de em média 14 meses após a contratação.

Por isso, é importante iniciar o quanto antes esse planejamento e incluir o aumento dos gastos com o plano de saúde privado.

Ressaltando que também não podem faltar os custos com o plano de saúde do bebê.

 

CORTE DESPESAS

Segundo um levantamento do Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent), realizado em 2012, criar um filho até os 23 anos pode custar entre R$ 407 mil para as famílias de classe C e R$ 2 milhões para as de classe A.

A estimativa de aumento dos gastos familiares é de 20% a 30% com os preparativos para a chegada do bebê, e podem chegar 20% a 40% em seu primeiro ano.

Você pode começar colocando todos os pequenos gastos em um papel, contas como com roupas, cosméticos, jantares ou saídas e diminuição nos consumos de água, energia, internet e entre outros, quando somados, já rendem uma boa economia para a poupança da gestação.

 

RESERVA PARA IMPREVISTOS

A gestação é um período muito delicado para a saúde mãe, portanto deve-se considerar a possibilidade de se precisar da contratação de profissionais como psicólogos ou fisioterapeutas.

Alguns médicos também podem cobrar um valor extra para agendamento do parto, no caso de uma cesárea, ou acompanhamento em um trabalho de parto normal. Embora seja possível prever esse custo logo no pré-natal com orientação da obstetra, é recomendado que se tenha uma pequena poupança no caso de imprevistos.

 

PLANEJE A COMPRA DO ENXOVAL

Segurar o impulso na compra de muitas roupas “fofas” para o bebê é importante, faça uma lista pensando no que realmente é necessário, evitando comprar muitas peças RN, pois seu bebê pode nascer grande demais e acabar por não usar todas as roupas compradas.

Uma outra dica é guardar parte do dinheiro destinado ao enxoval para novas compras apenas após o 4 mês de gestação. Lembrando que itens mais caros, como carrinho, bebê conforto e berço quando comprados a vista possuem mais descontos.

 

FAÇA O CHÁ DE BEBÊ

Reunir os parentes e amigos para a chegada pode bebê pode ser uma forma agradável e simples de fazer economia, porém deve-se atentar para que os custos com a preparação não sejam mais elevados que os benefícios dos presentes que irá ganhar.

Portanto, planeje o evento antes de da compra do enxoval, assim você pode excluir da lista os itens que já tiver ganhado. Chá fralda e safaris de rifas virtuais também são uma boa opção de escolha, atualmente em época de pandemia é o método mais usado entre as mamães.

 

PLANEJE O PERÍODO DE PÓS LICENÇA-MATERNIDADE

Também é preciso prever as finanças familiares para o período após a licença-maternidade. Para algumas famílias os custos com uma babá ou uma escola particular não cabem no orçamento e as mães acabam deixando o mercado de trabalho por um período mais extenso para cuidar do bebê até que ele tenha idade para entrar em uma escola pública.

Neste caso, é preciso também colocar no papel os impactos da redução da renda no orçamento. Ainda que se economize com um cuidador externo, é preciso considerar que o salário materno já não vai compor a renda familiar.

Se organizado, com esse planejamento financeiro, você certamente terá uma gravidez e um pós-parto muito mais tranquilo para aproveitar ao máximo seu bebê.