Presente constantemente na maioria dos bebês em até 5 messes de idade, as cólicas ainda têm a natureza de suas causas desconhecidas. No entanto, pesquisas realizadas por especialistas alegam que o consumo de alguns alimentos pode contribuir para que as mesmas ocorram, pois acreditam que determinadas substanciais ainda não são bem aceitas pelo sistema digestivo, e ainda imaturo, do bebê.

Alguns sintomas que possibilitam identificar que seu bebê está com cólica são:

1 – Crises de choro intenso;

2 – Gases durante o choro;

3 – Movimentos em que o bebê encolhe as perninhas e arqueia as costas durante o choro;

Embora não seja comprovado, é valido levar em consideração essas orientações médicas, e entre estes possíveis alimentos causadores de tal desconforto, estão:

 

LEGUMINOSAS

Por se tratar de alimentos que possuem carboidratos que o organismo tem dificuldade em absorver, as leguminosas podem ser responsáveis por ocasionar uma fermentação no intestino, que tende a ser ainda maior se a flora intestinal da mãe estiver fragilizada, podendo passar para a criança por meio da amamentação.

Uma dica para o consumo com melhor digestibilidade do grão é deixar de molho na água de um dia para o outro.

 

LEITE

Muitos pediatras indicam, durante os 6 primeiros messes do bebê, a utilizar apenas do leite materno como fonte alimentícia, pois além de poder causar uma reação adversa, eles podem ter alguma alergia a proteína do leite.

O leite de fórmula só deve ser dado em casos específicos, sempre com a orientação médica.

 

CHOCOLATE

Além das proteínas do leite presente em sua composição, o chocolate também possui cafeína em seus grãos de cacau, que pode ter ligação com os desconfortos, portanto devem ser evitados em excesso.

 

CARNE VERMELHA

Por passarem por um processo de digestão mais prolongado, as carnes vermelhas também fazem parte dos alimentos que causam cólicas no bebê, pois assim como as leguminosas podem causar fermentação no intestino.

Entretanto, vale ressaltar que não há evidência científica ou documentada que comprove essa hipótese. Os especialistas recomendam, apenas, o bom-senso por parte das mães.